A janela

Muitas vezes pemanecia ali deitado ao longo das noites, sem sequer dormir um instante, arranhando o couro do sofá durante horas. Ou então, não cedia perante o considerável esforço que lhe exigia arrastar uma cadeira até junto da janela e subir para o seu espaldar onde permanecia apoiado, apenas o necessário para ter o sentimento de liberdade que apesar de tudo experimentava ao olhar pela janela.

in A Metamorfose, Franz Kafka

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